.Julho 2006

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
28
29
30
31

.posts recentes

. Finalmente as férias e um...

. Vida e história de Jean-J...

. James Watt, por João Paul...

. A Conservação da Massa e ...

. René Descartes, por Ana P...

. A Passarola de Bartolomeu...

. Os Lolardos, por Rebeca B...

. A Revolução Francesa, por...

. As Guerras Religiosas do ...

. A Reforma Protestante e o...

.arquivos

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

.links

Um espaço para a História da Escola Secundária Aurélia de Sousa - Porto

.favorito

. E o homem com livros cont...

Sábado, 11 de Fevereiro de 2006

ÁLVARO CUNHAL, um contributo para a História contemporânea, por Rui Moreira, 10ºG

alvaro2.jpg
Álvaro Cunhal

Um dos maiores políticos contemporâneos, Álvaro Barreirinhas Cunhal, filho de Avelino Cunhal e Mercedes Cunhal, nasceu na freguesia da Sé Nova em Coimbra, no dia 10 de Novembro de 1913.
A sua infância foi vivida em Seia, terra de seu pai, com os seus irmãos António José e Maria Mansuenta, que viriam a falecer em 1933 e 1921, respectivamente, vítimas de tuberculose.
Ao completar os seus onze anos, mudou-se com a sua família para Lisboa, onde completou os seus estudos secundários na escola Pedro Nunes e mais tarde no Liceu Camões.
Em 1931, com dezassete anos, ingressou na Faculdade de Direito de Lisboa, onde iniciou a sua actividade política, filiando-se também ao Partido Comunista Português, à Liga dos Amigos da URSS e ao Socorro Vermelho Internacional. Já em 1934, tornou-se representante dos estudantes de Lisboa no Senado Universitário, e um ano mais tarde, nomeado Secretário-geral da Juventude Comunista.
Em Junho de 1937, é preso pela primeira vez por razões políticas, temporariamente, depois esteve preso desde 1949 até 1960, na prisão de Peniche, de onde se conseguiu evadir.
Na década de trinta, conta-se com algumas obras suas, tais como “Avante” e “Militante”, dedicadas ao Partido Comunista.
Em 1960, é enviado para Moscovo, pelo PCP, e posteriormente, para Paris, dada a sua clandestinidade em Portugal. Regressa em 30 de Abril de 1974. A partir daí, assumiu uma série de governos provisórios, até ser eleito para a Assembleia Constituinte, afastando-se de Secretário-geral do PCP. Mais tarde, é nomeado para a Assembleia da República. Voltou a assumir o cargo de Secretário do PCP, que abandonou definitivamente em 1992, assumindo-se um romancista e esteta, escrevendo ainda livros como “Até amanh㔠e “Cinco Noites”, e fazendo “desenhos na prisão” sobre a sua visão da política. Em 1995, assume ser o romancista Manuel Tiago, nome que utilizava para autor dos seus livros.
Sendo assim, Álvaro Cunhal foi uma identidade que dedicou toda a sua vida à política de esquerda, sendo reconhecido como um dos grandes comunistas do século.
Faleceu em 2005, com 92 anos de idade, deixando muita saudade a todos os que o admiravam como pessoa e político, movimentando multidões até ao seu funeral.

Rui Moreira 10ºG Nº20
publicado por António Luís Catarino às 17:12
link do post | comentar | favorito
|
2 comentários:
De Anónimo a 11 de Fevereiro de 2006 às 21:51
Concordo com o comentário do professor, acrescentando apenas a nota de que Álvaro Cunhal e um exemplo a seguir por toda a sua força e luta demonstradas ao longo da sua vida.Rui Moreira
</a>
(mailto:rui_1ne5@hotmail.com)
De Anónimo a 11 de Fevereiro de 2006 às 17:16
Parabéns, Rui, pela tua preocupação na construção da História contemporânea. É sempre bom acrescentar informação de qualidade para este blogue sobre esta figura ímpar da História de Portugal. Não só pelo que representa, mas pelo exemplo de coerência e de luta que imprimiu à sua vida.António Luís Catarino
</a>
(mailto:skamiaken@sapo.pt)

Comentar post