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Segunda-feira, 5 de Junho de 2006

D. António Manuel de Vilhena, Grão-Mestre da Ordem de Malta (1663-1736), de Filipe Vales, 8ºC

Para variar um pouco e não estar sempre a martelar na mesma matéria de História, decidi escrever sobre alguém que viveu na época que estamos a estudar, que marcou a sua época, que é famoso em toda a Europeu, que é português, mas nunca é mencionado nos nossos livros nem é conhecido entre os seus.

António Manoel (no original) de Vilhena nasceu em Lisboa em data desconhecida de 1663, filho terceiro de um dos mais destacados heróis da Restauração: D. Sancho Manuel, 1º Conde de Vila Flor, notável nas batalhas da linha de Elvas e do Ameixial.

Perante a ausência de herança por lei de morgadio, ingressou cedo para a Ordem dos Cavaleiros Hospitalários de S. João de Jerusalém (ou de Malta, como depois se viera a chamar por se ter ido fixar na ilha de Malta). Na altura, esta Ordem possuía um papel extremamente relevante na defesa dos ataques muçulmanos à costa sul europeia devido à sua fabulosa posição geográfica, pelo que a sua instituição era muito tida em conta no contexto político europeu, tendo já, por inúmeras vezes, ajudado frotas europeias em casos de problemas militares ou na participação em ataques a cidades mouras ou suas frotas. A Ordem funcionava, assim, com base no poderio marítimo visto se ter fixado numa ilha.

Ainda novo, e seguindo a tradição militar da família, partiu para a ilha de Malta, onde iniciou a sua carreira comandando uma galé da frota maltesa. Nos primeiros anos, pouco se destacou, acabando mesmo por ser ferido. Contudo, em 1687, participa na campanha para a conquista do Peloponeso aos Otomanos, onde o seu valor sobressaiu de tal forma que foi nomeado Comissário do Armamento e das Guerras da Ordem. Dois anos depois é nomeado chanceler da Ordem e chefe da língua (conjunto de cavaleiros de uma região) de Castela e Portugal. Foi ainda Vedor do Tesouro e Governador de S. João do Acre.

Em 1722, D. António de Vilhena é nomeado por unanimidade do Conselho da Ordem de Malta o seu 66º Grão-Mestre. A partir daí inicia-se a segunda parte de uma carreira brilhante.

Não tardou que o Grão-Vizir de Constantinopla, aproveitando uma revolta de prisioneiros na ilha, tentasse invadir a pequena ilha. Contudo, o génio de D. António mostrou as suas aguçadas capacidades militares e diplomáticas, através das quais não só conseguiu repelir o ataque, como forçou o Grão-Vizir a uma acordo vantajoso e reprimiu a revolta dos prisioneiros.

Estes e outros sucessos valeram-lhe a conquista do respeito de todos os seus contemporâneos, ficando amigo pessoal de Luís XVI e tendo recebido a mais alta distinção da Santa Sé: o estoque e o casco bentos.

Dentro da Ordem, iniciou um movimento de reestruturação e dinamização: aumenta a frota maltesa em cerca de 300 embarcações, passando estas a 1100 e manda erigir o Forte Manoel à entrada do porto de Marra Musset, que o fez conectar como uma enorme ponte ao seu homónimo do outro lado da entrada do porto, possibilitando uma melhor defesa e movimento da artilharia e infantaria. Noutro contexto, cria um novo bairro na cidade de La Valleta (Bairro Manoel), um enorme teatro no centro da cidade (Teatro Manoel), o segundo mais antigo da Europa ainda activo, cria inúmeros hospitais de inválidos e hospícios e, por fim, manda edificar um brilhante palácio, sua residência, no alto da colina maltesa, o Palácio Vilhena, defronte foi construída uma estátua em sua memória.

Durante o seu grão-mestrado, a frota maltesa manteve-se muito activa, recolhendo inúmeras riquezas dos seus saques e ataques a frotas muçulmanos, tendo mesmo bombardeado, sob ordem de D. António, a poderosa cidade de Tripoli, sua rival, reduzindo-a a escombros.

D. António de Vilhena morre em La Valleta a 10 de Dezembro de 1736, ficando recordado para sempre na memória dos malteses como um dos mais brilhantes e esclarecidos grão-mestres da Ordem de Malta.

publicado por António Luís Catarino às 19:40
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James Watt (1736-1819), de Maria João Gonçalves, 8ºC

Engenheiro, mecânico e inventor nascido em Greenock Scotland, inventorda moderna máquina a vapor, que possibilitou a revolução industrial.

Aos 19 anos foi para Londres fazer aprendizado de mecânico especializado na construção de instrumentos. Por problemas de saúde teve que voltar para Glasgow (1756) sem conseguir o certificado do curso.

Porém consegui ser escolhido e foi contratado como aprendiz de mecânico para o serviço de manutenção de instrumentos científicos da Universidade de Glasgow (1757), onde conheceu Joseph Black.

Ao receber para conserto (1763) uma máquina a vapor do tipo Newcomen, a mais avançada de então, observou que a perda de grandes quantidades de calor era o defeito mais grave da máquina, e, a partir dos estudos teóricos sobre o calor, de Black, idealizou então o condensador, seu primeiro grande invento (1764), dispositivo que seria mantido separado do cilindro mas conectado a ele.

No condensador a temperatura do calor seria mantida baixa (cerca de 37º C), enquanto que no cilindro permaneceria elevada. Procurou, assi m, alcançar o máximo de vácuo no condensador.

Fechou o cilindro, que antes permanecia aberto, eliminou totalmente o ar e assim criou uma verdadeira máquina a vapor.

Obteve a primeira patente do invento e de vários aperfeiçoamentos por ele próprio concebidos (1769).

Endividado associou-se a John Roebuck, que o ajudou financeiramente. Aperfeiçoou, então, a máquina a vapor construída por Newcomen, introduzindo o condensador separado para motores a vapor (1775), revolucionando este tipo de máquina, tornando-a economicamente viável e deflagrando a Revolução Industrial.

Após inventar o motor rotativo de acção dupla, o industrial Matthew Boulton, dono de uma firma de engenharia, comprou a parte de Roebuck e começou a construir as máquinas a vapor projectadas por ele (1785), e que se tornaram universalmente empregadas, a partir de então.

 

Também criou diversos dispositivos tais como o regulador de força centrífuga e o mecanismo de comando da gaveta de distribuição de vapor, o volante e o indicador de Watt. Em 1790, como já havia ganho bastante dinheiro, resolveu aposentar-se e voltar para Birmingham.

Watt, no Sistema Internacional, é a unidade de medida de potência igual a potência de uma fonte capaz de fornecer, contínua e uniformemente, um joule por segundo.

publicado por António Luís Catarino às 19:17
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Ficha de Leitura: «Utopia», Thomas More, de Ana Campos, 10ºG

Ficha de leitura, Ana Campos, 10º G

Autor: More, Thomas

Nome da Obra: Utopia

Publicações Europa-America, Janeiro de 1973,141 páginas

Com esta obra, More traz à sociedade do século XVI um valioso projecto humanista de melhoria da existência humana, cuja aplicação julga viável para a Europa quinhentista. O autor procura apresentar solução para problemas como a criminalidade e a sua repressão, os conflitos religiosos, as diferenças sociais e a situação das classes mais desfavorecidas ou pessoas incapacitadas para o trabalho, entre outros. Assim, More, com um povo de nível intelectual semelhante ao da Europa do século, “habita” uma ilha imaginária, mas cujos habitantes aproveitavam melhor e segundo uma politica de igualdade, fraternidade e solidariedade, os recursos dos quais dispunham, mediante uma organização social assente em critérios racionais e um conjunto, escasso, de leis, a seu ver, perfeitas.

A Utopia inicia-se com uma carta de Thomas More a Pedro Giles, em que o humanista, enviando saudações, anuncia o envio da sua obra. Ainda aqui, relata as condições em que a concretizou, assegurando a sua veracidade. O autor demonstra certas dúvidas quanto à publicação, reflectindo brevemente sobre a natureza da humanidade.

A obra segue com uma parte intitulada Livro primeiro da comunicação de Rafael Hitlodeu, acerca da melhor constituição de uma república”, em que são descritas as ideias e debates que levaram à narração da história do povo da Utopia. O autor começa por referir a ocasião em que conheceu Pedro Giles. Este apresenta-lhe Rafael Hitlodeu. As conversas dos três homens, enriquecidas pelas experiências fantásticas de Rafael, convergem para a crítica da sociedade europeia do século XVI, analisando temas como o despotismo e ganância das monarquias e o servilismo dos cortesãos, o problema da pobreza e de como dela pode advir o roubo, bem como outro género de crimes e a justiça a aplicar face as pessoas nestas circunstancias.

É demonstrado descontentamento face à ociosidade dos nobres e clérigos e sobre a exploração e fraudes que sobre eles exercem, conduzindo-os à pura ruína.

Realçam-se as desvantagens da guerra e do treino de homens nesse sentido no lugar de serem “exercitados num ofício honroso, de que pudessem tirar o sustento”

Alvo de repreensão são também todas as formas de vício, como a prostituição, jogos de dados ou cartas.

Discute-se os governos dos reis e príncipes e qual a influência dos ensinamentos de Cristo neles.

Diversas referências são feitas à obra de Platão, “A Republica” como forma de comparação entre a sociedade do tempo e os Utopianos (que começam a ser referidos como povo de eleição), nomeadamente condenando a propriedade privada e exaltando a comunidade de bens e o conforto geral. Hitlodeu acredita, referindo a ideologia de Platão, que “o único caminho para conseguir a felicidade consistia em estabelecer a igualdade entre todas as coisas”

Os três homens começam a delinear possíveis soluções tendo Rafael concluído que o povo da ilha da Utopia e a forma como se organizava se apresentava como a o ideal para as questões debatidas, acabando esta parte com a promessa do último de descrever detalhadamente essa”solução”.

Com esta promessa, se inicia a última parte do livro de título “Livro segundo do discurso de Rafael Hitlodeu acerca da melhor constituição de uma república, com a descrição da Utopia e larga pormenorização do seu governo e de todas as leis e instituições da mesma ilha”

Inicialmente Rafael começa por descrever a forma, as medidas e todas as particularidades físicas da ilha. Narra a história da sua formação pelo rei Utopos. É referido o número de cidades, “cinquenta e quatro amplas cidades (…) com idêntica língua, leis e instituições”. As famílias eram igualmente regidas por um chefe denominado “filarco” que se ocupavam de garantir que não houvesse escassez de víveres para as suas famílias, transmitindo ao estado tudo no caso de alguma falta.

Fala da agricultura e da forma equilibrada como ela se processa. Entre as cidades há um regime de partilha absoluta, incluindo os alimentos.

O próximo tema referido é “As cidades, com especial menção de Amaurota”. Pela sua semelhança, só uma é descrita: Amaurota. Esta é, pela sua centralidade e pela presença do Senado, a mais importante e considerada. É primeiro descrita fisicamente, os rios, pontes, montes, ruas, … Considerei de destaque a descrição das casas, iguais, com os mesmos materiais, sem fechadura ou cadeado, ”qualquer aí pode entrar, pois nada há dentro das casas que seja pertença individual de um indivíduo. De dez em dez anos, mudam de casa, tirando à sorte a que lhes cabe.”

“Dos magistrados”, cujas funções, nomes e processo de eleição são aqui descritos. Achei curioso, que para preservar “ a reflexão e a sabedoria, impedindo-se a precipitação obstinada”, seja punida com a morte a reunião fora do concelho para deliberar sobre assuntos públicos e que não seja uso discutir qualquer assunto no dia em que é apresentado.

“Das artes, ofícios e preocupações”; a Agricultura é o ofício mais valorizado “em que todos são igualmente peritos e hábeis”, sendo alvo de aprendizagem nas suas escolas. Todos devem aprender um outro ofício, cuja variedade se limita à tecelagem, ao ofício de pedreiro, ferreiro ou carpinteiro. Todas as outras profissões, consideram-nas inúteis e condutoras à ociosidade. Há ainda aqueles que se ocupam exclusivamente do estudo, podendo futuramente ocupar o cargo de magistrado.

Estranho é o vestuário, o mesmo para todos, excepto a diferenciação de sexo e estado civil. “Um só fato dura-lhes, normalmente, dois anos. Que mais se há-de desejar?”, poupando assim trabalhadores e tempo.

Como tudo, também o horário é o mesmo: trabalham apenas 6 horas, todos se deitam ás 8 horas sem excepção. Prezam as actividades de lazer, podendo cada individuo gozar o seu tempo livre como preferir, desde que não entregue a vícios ou à preguiça. São descritas as actividades em que se ocupam, nomeadamente música ou jogos. Rafael preocupa-se em explicar porque as tão poucas horas são suficientes, dizendo que ” Facilmente compreendereis se tiverdes em conta a enorme quantidade de ociosos que existem nos outros países”

“Da vida e das mútuas relações entre os cidadãos”, descritas ”as ocupações familiares e as relações entre o povo, além do modo de distribuição de todas as coisas”. Descreve-se o processo de formação das famílias. Para garantir a igualdade, algumas limitações são impostas nomeadamente o número de filhos. Ainda a propósito da família, fala-se nas relações com outros povos e na possibilidade de guerra, bem como do facto de recorrerem às colónias no caso de “diminuir de tal modo a população de qualquer das suas cidades que não possa ser preenchida com o excesso de população de outras (…)recorrem à população das colónias, pois preferem deixar perecer a população das colónias a acontecer esse mal a qualquer das cidades da sua ilha”, ponto que realço por julgar escapar a tão defendida igualdade. Talvez, na Europa, agir deste modo, por exemplo, em relação a outro continente ou mesmo colónia não fosse assim tão equalitário.

Hitlodeu relata a forma de distribuição dos bens e alimentos que são obtidos sem necessidade de pagamento ou troca pois “ para quê pensar que alguém iria pedir mais do que precisava, se não receia que nada lhes falte?” Existem 4 hospitais em cada cidade, bem equipados e com extraordinárias condições de atendimento.

É retratada a vida das crianças, a sua educação e convívio com outras faixas etárias.

O prazer é promovido, desde que dele não advenha nenhum mal.

“Das viagens dos Utopianos e outros assuntos diversos espirituosa e habilmente discorridos”, aqui se descrevem as viagens e as normas que elas exigem, bem como as penas no caso de não cumprimento. Os excedentes, as carências e o comércio praticados na ilha são narrados. É curiosa a forma como encaram o lucro e o ouro e a prata, (contrária à forma como o faz a Europa do século XVI e mesmo do nosso tempo) usando-os para “vasos de noite”, cadeias, grilhetas, algemas, e anéis para os condenados.

Os seus conhecimentos acerca  da nossa sociedade, ciência ou filosofia são avaliados, ressaltando as suas convicções acerca da felicidade e do bem, assim como o facto de serem completamente contra a dor e a favor do prazer (tema com forte reflexão na obra) e o valor da natureza para a concepção do homem. Hitlodeu refere alguns dos conhecimentos que lhes pôde transmitir, por exemplo acerca de literatura. O gosto do povo pelo estudo é notável.

“Dos escravos, doentes, casamento e diversos outros assuntos”

A condição de escravo é reservada para aqueles que falharem no cumprimento de algumas leis da Utopia ou a condenados à morte de origem estrangeira. Alguns são sujeitos a trabalho contínuo e acorrentado e é-lhes reservado todo o trabalho servil, penoso e menos limpo.

Quanto aos doentes, são tratados com cuidado e apreço. Aos que sofrem de doenças incuráveis defendem, nomeadamente os sacerdotes, sem no entanto obrigar, a morte, considerando quem disso capaz homem religioso, sábio e virtuoso.

No que respeita ao casamento, não é permitido a sua dissolução (sendo punido com escravidão) excepto por caso de adultério ou comportamento intolerável de um dos cônjuges. Nele valorizam a paz, a virtude e a obediência. Discute ainda a questão da justiça.

“Da guerra”, consideram-na vergonhosa. Evitam-na ao máximo, indo apenas em auxílio dos amigos e no caso de algum povo maltratar ou matar algum dos seus homens. Sentem-se honrados quando conseguem vencer pela astúcia e inteligência e não pela violência. As mulheres podem acompanhar os maridos nas batalhas.

São descritas as armas utilizadas, bem como o tipo de luta realizada e algumas normas de procedimento

“Das religiões da Utopia”, neste tema são descritas as diversas formas de crença religiosa sendo a principal e verdadeira a crença num deus único, criador e senhor do universo, a quem chamam Mitra. Rafael referencia que, aquando da sua visita, muitos abraçaram a religião cristã, coexistindo pacificamente esta com todas as outras. Não toleram, no entanto aquele que não tem religião, afastando-o da vida pública. Todas as ideias defendidas pelos Utopianos nas questões da vida e da morte, oculto são agora referenciadas. Falam do celibato e do sacerdócio e das virtudes necessárias a esta profissão e a forma como estes são nomeados, pelo povo em escrutínio secreto. O narrador refere os dias santos e as formas de culto, nomeadamente templos.

Este capítulo acaba com uma reflexão de Hitlodeu acerca da sociedade europeia e uma exaltação da organização utopiana.

Esta última parte ensina-nos muito em termos filosóficos e ideológicos e toda a obra é, a meu ver, ainda hoje uma interrogação e um bom meio de compreensão da sociedade em geral. O carácter exagerado de algumas medidas alerta-nos para a questão histórica dos ideais humanistas e políticos e com outra aplicação, da actualidade.

  http://www.mathematicianspictures.com/authorspictures/posters350w/THUMB_300W_11_JPEG_UTOP.JPG

 

http://www.onemap.org/gfx/utopia2_mod.jpg

 

http://yliopistolehti.helsinki.fi/1996_18/18kuvat/utopia.gif

publicado por António Luís Catarino às 19:08
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Sexta-feira, 2 de Junho de 2006

Para o 9º B Provas Globais

Tal como prometi, aqui vão as percentagens das provas globais do 9ºB. Devem, contudo, ter o cuidado de reparar que o que aqui vem é oficioso, isto é, carece de confirmação na aula e depois da respectiva correcção. Bom, depois deste reparo, aqui vai:

Ana Mota - 86; José Lopes - 86; Ricardo Araújo - 66; Nuno Almeida - 65; Pedro Costa - 70; Jaime Guedes - 89; Daniel Esteves - 64; Aníbal Correia - 75; Rita Sousa - 69; Joana Monteiro - 45; Mafalda Andrade - 96; Tiago Rodrigues - 73; João Ferreira - 59; João Ribeiro - 62; Catarina Dias - 84; João Saraiva - 87; Diogo Mendes - 91; Renata Macedo - 50; Filipe Rollo - 65; Ricardo Couto - 75; Frederico Sistelo - 57; Francisca Neves - 55; Sofia Marques - 93.

E pronto. Na Terça-feira preparem-se para a auto-avaliação. Um abraço para todos e bom fim-de-semana.

Prof. António Luís Catarino

publicado por António Luís Catarino às 20:14
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