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Quinta-feira, 23 de Março de 2006

História do Automóvel e Carros Antigos, por Ricardo Araújo, 9ºB

                             Ford T de 1910

O primeiro veículo motorizado a ser produzido com propósito comercial foi um carro com apenas três rodas. Este foi produzido, em 1885, pelo alemão Karl Benz e possuía um motor a gasolina. Depois foram surgindo outros modelos, vários deles com motores de dois tempos, inventado, no ano de 1884, por Gottlieb Daimbler. 

Algum tempo depois, uma empresa francesa, chamada Panhard et Levassor, iniciou sua própria produção e venda de veículos. Em 1892, Henry Ford produziu seu primeiro Ford na América do Norte. 

Os ingleses demoraram um pouco mais em relação aos outros países europeus devido à lei da bandeira vermelha (1862). Esta impunha aos veículos transitar somente com uma pessoa em sua frente, segurando uma bandeira vermelha como sinal de aviso. O Lanchester foi o primeiro carro inglês, e, logo após dele, vieram outros como: Subean, Swift, Humber, Riley, Singer, Lagonda, etc. 

No ano de 1904, surgiu o primeiro Rolls Royce com um radiador que não passaria por nenhuma transformação. A Europa seguiu com sua frota de carros: na França (De Dion Bouton, Berliet, Rapid), na Itália (Fiat, Alfa-Romeo), na Alemanha (Mercedes-Benz), já a Suíça e a Espanha partiram para uma linha mais potente e luxuosa: o Hispano-Suiza. 

Após a Primeira Guerra Mundial, os fabricantes partiram para uma linha de produção mais barata, os automóveis aqui seriam mais compactos e fabricados em séries. Tanto Henry Ford, nos Estados Unidos da América, quanto Willian Morris, na Inglaterra, produziram modelos como: o Ford, o Morris e o Austin. Estes, tiveram uma saída impressionante das fábricas. Impressionados com o resultado, logo outras fábricas começaram a produzir veículos da mesma forma, ou seja, em série. 

Logo depois, carros de passeio e camionetas começaram a ser fabricados: Volkswagem, DKW-Vemag, Willys-Overland, Simca, Galaxie, Corcel (da Ford), Opala (da Chevrolet), Esplanada, Regente e Dart (da Chrysler). Todos estes veículos, embora montados no Brasil, eram projetados nas matrizes europeias e norte-americanas, utilizando a maioria de peças e equipamentos importados.  

 

Diferente de antigamente, hoje o automóvel possui características como conforto e rapidez, além de ser bem mais silencioso e seguro. Nos últimos anos, os carros vêm passando por inúmeras mudanças, e estas, os tornam cada vez mais cobiçados por grande parte dos consumidores. Todo o processo de fabricação gera milhões de empregos em todo mundo e movimenta biliões de dólares, gerando lucros para as multinacionais que os fabricam.

publicado por António Luís Catarino às 13:45
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OS ANOS LOUCOS E A CRISE DE 1929, por Ricardo Araújo, 9ºB

Após uma década de euforia, a alegria dos "anos loucos" chegou ao fim com a crise de 1929. A queda da Bolsa de Valores de Nova York provocou uma crise económica mundial sem precedentes. Milionários ficaram pobres de um dia para o outro, bancos e empresas faliram e milhões de pessoas perderam seus empregos.

Em geral, os períodos de crises não são caracterizados por ousadias na forma de se vestir. Diferentemente dos anos 20, que havia destruído as formas femininas, os 30 redescobriram as formas do corpo da mulher através de uma elegância refinada, sem grandes ousadias.

As saias ficaram longas e os cabelos começaram a crescer. Os vestidos eram justos e rectos, além de possuírem uma pequena capa ou um bolero, também bastante usado na época. Em tempos de crise, materiais mais baratos passaram a ser usados em vestidos de noite, como o algodão e a casimira. O uso de tecidos sintéticos contribuiu para que as diferenças das diversas classes sociais, em linhas gerais, diminuíssem.

O corte enviesado e os decotes profundos nas costas dos vestidos de noite marcaram os anos 30, que elegeram as costas femininas como o novo foco de atenção. Alguns pesquisadores acreditam que foi a evolução dos trajes de banho a grande inspiração para tais roupas decotadas.

A moda dos anos 30 descobriu o desporto, a vida ao ar livre e os banhos de sol. Os mais abastados procuravam lugares à beira-mar para passar períodos de férias. Seguindo as exigências das actividades desportivas, os saiotes de praia diminuíram, as cavas aumentaram e os decotes chegaram até a cintura, assim como alguns modelos de vestidos de noite.

A mulher dessa época devia ser magra, bronzeada e desportiva, o modelo de beleza da actriz Greta Garbo. Seu visual sofisticado, com sobrancelhas e pálpebras marcadas com lápis e pó de arroz bem claro, foi também muito imitado pelas mulheres.

Aliás, o cinema foi o grande referencial de disseminação dos novos costumes. Hollywood, através de suas estrelas, como Katharine Hepburn e Marlene Dietrich, e de estilistas, como Edith Head e Gilbert Adrian, influenciaram milhares de pessoas.

Alguns modelos novos de roupas surgiram com a popularização da prática de esportes, como o short, que surgiu a partir do uso da bicicleta. Os estilistas também criaram pareôs estampados, maiôs e suéteres. Um acessório que se tornou moda nos anos 30 foi os óculos escuros. Eles eram muito usados pelos astros do cinema e da música.

Em 1935, um dos principais criadores de sapatos, o italiano Salvatore Ferragamo, lançou sua marca, que viria se transformar em um dos impérios do luxo italiano. Com a crise na Europa, Ferragamo começou a usar materiais mais baratos, como o cânhamo, a palha e os primeiros materiais sintéticos. Sua principal invenção foi a palmilha compensada.

Gabrielle Chanel continuava sendo sucesso, assim como Madeleine Vionnet e Jeanne Lanvin. A surpreendente italiana Elsa Schiaparelli iniciou uma série de ousadias em suas criações, inspiradas no surrealismo. Outro destaque é Mainbocher, o primeiro estilista americano a fazer sucesso em Paris. Seus modelos, em geral, eram sérios e elegantes, inspirados no corte enviesado de Vionnet.

Assim como o corpo feminino voltou a ser valorizado, os seios também voltaram a ter forma. A mulher então recorreu ao sutiã e a um tipo de cinta ou espartilho flexível. As formas eram marcadas, porém naturais.

Seguindo a linha clássica, tudo o que era simples e harmonioso passou a ser valorizado, sempre de forma natural. Os móveis de Jean-Michel Frank e André Arbus traduziam esse neoclassicismo, o auge do gosto pela vida e sua arte. Além disso, o estilo art-déco e a aerodinâmica norte-americana dominaram a década de 30.

O surgimento de novos materiais, como a baquelita, uma espécie de plástico maleável, aliada ao novo conceito de modernidade, relacionada à aerodinâmica, fez surgir um novo design, aplicado a vários objetos e eletrodomésticos. A baquelita também foi amplamente utilizada para a fabricação de jóias leves, inspiradas em temas do momento.

Raymond Loewy foi um dos designers mais bem-sucedidos dos Estados Unidos. Ele foi responsável pela remodelagem de diversos produtos, como a embalagem dos cigarros Lucky Strike e o logotipo da Shell.

Alvar Aalto e Marcel Breuer foram outros importantes nomes do design da década de 30. Eles fizeram experiências com novas formas de madeira processada industrialmente, como a compensada.

Nessa época, o termo prêt-à-porter ainda não era usado, mas os passos para o seu surgimento eram dados pela butique, palavra então muito utilizada que significava "já pronto". Nas butiques surgiram os primeiros produtos em série assinados pelas grandes maisons.

No final dos anos 30, com a aproximação da Segunda Guerra Mundial, que estourou na Europa em 1939, as roupas já apresentavam uma linha militar, assim como algumas peças já se preparavam para dias difíceis, como as saias, que já vinham com uma abertura lateral, para facilitar o uso de bicicletas.

Muitos estilistas fecharam suas maisons ou se mudaram da França para outros países. A guerra viria transformar a forma de se vestir e o comportamento de uma época.

publicado por António Luís Catarino às 13:27
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Terça-feira, 21 de Março de 2006

Receber um 1º Prémio é bom. Continuar o blogue é melhor ainda.

Deixei passar propositadamente uns dias para ter a calma necessária para vos agradecer de uma forma condigna. Sem emoções exageradas que só estragariam a importância do 1º prémio que ganharam no I Concurso Nacional de Jornais e Blogues de Escolas promovido pelo Islagaia,   http://www.islagaia.pt/concurso/default.asp   e onde o Filipe Vales, a Rita Ventura e o Rui Moreira foram receber, no dia 15, o prémio correspondente e o certificado. Foi nessa altura que também se agradeceu ao ISLA pelo incentivo dado a quem começa com estas experiências ainda muito embrionárias, ao Conselho Executivo da Secundária Aurélia de Sousa pelo apoio dado, e aos alunos que não deixam que esta disciplina, a História, seja considerada uma parente remediada mais ou menos reciclável conforme os desejos economicistas de quem decide e que costuma ver, teimosamente, o dinheiro em primeiro lugar. Em conclusão: deixem-nos lá gostar da História, porque vale a pena saber mais sobre ela.


Não posso deixar, contudo,  de dizer três coisas mais:


- A forma desinteressada com que muitos alunos colaboraram, até aqui, no ESAS História e que não posso deixar de nomear. Foram eles: Inês Pinto, Rita Ventura, Filipe Rollo, Inês Viegas, Diana Alves, Rebeca Bonjour, Nuno Moreno, Gonçalo Melo, Bruno Santos, Rui Moreira, Renata Macedo, Ana Campos, João Saraiva, Leonor Sampaio Costa, João Macedo, Teresa Beires, Maria João Fernandes, Jorge Silva, Sérgio Silva, José Sousa, José Neto, Sérgio Campos, João Ventura, Isabel Azevedo, Filipe Vales, Inês Mota, Ricardo Araújo e Francisca Ferreira.


- Para comemorar este prémio e para não ficar à sombra de um êxito quando temos ainda muito para fazer, mudei completamente o aspecto gráfico do blogue, tentando modernizá-lo e torná-lo mais operativo e mais fácil e participada a sua consulta. Assim, para os alunos que no 7ºA e 7ºC colaboraram na disciplina de Área de Projecto neste projecto de fazer um blogue de turma coloquei dois links à esquerda para ser mais fácil a consulta do que fizeram no ano lectivo de 2004/05. Fica a memória. Aliás, a boa memória.


- Quero também realçar um aspecto que deve ser realçado nos tempos que correm. Nunca os alunos mostraram falta de civismo ou menos respeito pela opinião dos outros na construção do ESAS História. E quando, em última análise, seria fácil fazê-lo sob a capa de anonimato. Nunca foi preciso usar da possibilidade de apagar um comentário maldoso ou menos respeitoso para com o outro. Por isso os meus parabéns a estes alunos e aos que participaram e participarão no blogue com os artigos e trabalhos de e sobre a História.


NB – ah, é verdade, as duas listas azuis do cabeçalho do ESAS História é por causa da maioria clubística de que fazem parte um grande número de alunos meus. Mesmo que não seja a minha cor. Vocês merecem, não é?



António Luís Catarino

publicado por António Luís Catarino às 23:56
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Segunda-feira, 13 de Março de 2006

AS BARREGÃS DE CLÉRIGOS, MULHERES PECADORAS E MALDITAS, por Rita Ventura, 10ºG.

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As Barregãs de Clérigos: mulheres pecadoras e malditas.

As barregãs de clérigos nas ordenações afonsinas.

As Ordenações afonsinas consignavam três modalidades de barriguice: a de homens solteiros, a de homens casados e a de homens religiosos. A transgressão estava tipificada, portanto, com base na condição do homem que a cometia. Nas leis afonsinas, o homem constituía o padrão e a medida com base nas sociedades medievais, o género masculino era a medida de todo o discurso legitimador dos valores dominantes. O homem era a referência e o referente principais do discurso legislativo.
A centralidade do género masculino nos discursos legislativo e judicial estava relacionada aos papéis sociais da mulher no imaginário medieval, construídos por representações que persistiram por um longo período. A sociedade portuguesa do século XVI utilizava um critério específico para julgar as mulheres fundamentado no argumento de que a personalidade jurídica feminina diferia da masculina. A prática, recorrente, de se aplicar penalidades moderadas às mulheres pode ser compreendida como permanência de uma concepção patriarcal de organização das relações sociais, típica das sociedades feudais.
À mulher, eram concedidas certas imunidades em virtude da sua irresponsabilidade, social e legalmente reconhecida, própria do seu sexo, isto designava uma das grandes desigualdades entre o homem e a mulher. Menores direitos, menores obrigações e deveres perante a sociedade.
Na teoria jurídica medieval, que conferia uma responsabilidade menor às mulheres, que por seu lado não podiam assinar contractos, doações ou testamentos sem o consentimento de tutores. Porém, isto nunca impedira as mulheres que fossem condenadas pela justiça com penas rigorosas, como no caso de algumas barregãs de clérigos, que foram punidas pelo seu degredo. Nos casos de barriguice, crime cuja responsabilidade a legislação atribuía a s mulheres, as leis determinavam para as barrigãs punições superiores às que estavam prescritas para os seus parceiros masculinos, os barrigueiros. A fraqueza inerente ao sexo feminino podia ser utilizada contra as mulheres , pois a sua falta de firmeza perante a pecado e tentação demoníaca justificava condenações severas.
As penalidades estipuladas para o pecado/ crime de barriguice variavam de acordo com as circunstâncias e consoante o estatuto social, a religião, e a idade dos envolvidos na transgressão . O facto de uma mulher acusada de barriguice estivesse envolvida com um homem de condição eclesiástica era um agravante para a uma legislação e uma justiça informadas por crenças e valores religiosos. A barriguice clerical era um pecado/ crime mais infame e maléfico do que os com homens solteiros ou casados.
As mulheres que praticavam barriguice clerical podiam ser casadas, solteiras, viúvas ou religiosas.
Alguns dos castigos tanto para os homens como para as mulheres eram:
- A pratica do degredo - servia como purificação das almas, banimento da sociedade.
- Os pregões
- A pena de morte
- Os açoites públicos
A legislação estabelecida para a possibilidade de perdão para as barrigãs de clérigos que desejassem regenerar-se pelo casamento religioso, pela entrada em uma ordem monástica ou pelo emparedamento. Em Portugal, os testemunhos mais antigos a respeito das mulheres que emparedavam datam de XII.
publicado por António Luís Catarino às 19:23
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FICHA DE LEITURA: «AS TRÊS ORDENS, OU O IMAGINÁRIO DO FEUDALISMO de Georges Duby», por Rebeca Bonjour, 10ºG

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AUTOR: Duby, Georges
NOME: As três Ordens, ou o Imaginário do Feudalismo
Editorial Estampa, 1982, 383 páginas

Síntese do capítulo “As Três Ordens”:
Este capítulo explica a repartição feita das ordens sociais na idade medieval, feita por um escriba desta época, para a ensinar à corte. Assim, à medida que o autor nos mostra esta visão das ordens, compara-a a uma visão anterior, feita por outro autor.
Esta nova visão reparte a sociedade em três ordens: os cavaleiros, os clérigos e os vilões; e mostra a importância de cada uma delas. Assim, os cavaleiros tinham como função manter a justiça e a protecção, arriscando a sua vida pelas outras classes. Como tal, tinham como privilégio a posse do poder, sendo bastante gananciosos. Os clérigos rezavam constantemente, e gozavam uma certa prosperidade, estando no entanto restritos a todos os prazeres; e os vilões eram a classe dos trabalhadores, que sofriam constantemente de fome, de dor e do peso do trabalho. Para eles a única recompensa que existia era saberem-se úteis, e importantes para as restantes classes.
Apesar de o modo de vida e as recompensas entre eles serem muito diferentes, acreditavam que cada qual receberia o seu mérito no “Juízo Final”, e mesmo reconhecendo que a vida de uns era mais privilegiada que outros, reconheciam a igual importância de todas as ordens para o bom funcionamento da sociedade.
O rei, apesar de se identificar mais com os cavaleiros, não era considerado parte de nenhuma das ordens. A ele competia vigiar a sociedade, e fazer cumprir os deveres e serem justamente atribuídas as recompensas. Verificava portanto, o funcionamento de toda a sua sociedade, podendo apenas ser aconselhado pelos cavaleiros ou clérigos.
Quanto aos burgueses, que começam a subir economicamente e a querer adquirir poder nesta época, são vistos de forma negativa e repulsiva, em parte por quererem quebrar a divisão das ordens, ou apenas porque –relembro- esta visão se destinava às gentes da corte.
Uma anterior repartição, dá apenas importância às classes religiosas, dividindo os clérigos em três ordens diferentes. A nova visão, que acabo de explicar, mantém assim a repartição tripartida, sendo desta vez o poder social e o ofício o principal divisor.

Rebeca Bonjour 10ºG Nº16
publicado por António Luís Catarino às 19:05
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Um mail (bem-disposto!) do Filipe Vales, do 8ºC!

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Duas notas para um estado de boa-disposição nem que seja só momentâneo:

1- Quando, depois da Revolução de 1640, o rei D. Filipe IV de Espanha perdeu
Portugal, tomou o cognome de "o grande". Aí, o duque de Medina Céli afirmou
à corte:
- Sua alteza espanhola assemelha-se mais a um poço: engrandece à
medida que se lhe tira terra.

2- No tempo em que o governo inglês de Jorge V mandou cunhar libras
representando o rei a cavalo, Manuel Arriaga, cujo orçamento de estado
andava apertado, exclamou para si próprio:
- Ai de mim! Se eu até agora não as podia alcançar andando elas com a
Victoria a pé, que dirá quando estiverem a cavalo? :-)
publicado por António Luís Catarino às 19:02
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INVENTOS QUE MUDARAM O MUNDO, por Nuno Moreno, 9ºB

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Confortos pessoais, domésticos e comercias...

A electricidade permitiu iluminar a mundo desde meados de 1880 com a invenção da lâmpada por Thomas Edison. Mais tarde, por volta 1900, Carl Auer von Welsbach, melhorou tanto a luminosidade produzida pela lâmpada como a sua durabilidade, fazendo os filamentos num metal chamado ósmio.
Já existem, hoje, lâmpadas com uma durabilidade de 60 000 horas.

Um lar humano ficou totalmente modificado a partir do séc. XX com a invenção de vários aparelhos e utensílios que facilitavam tarefas ou até ajudavam a melhorar as condiçoes de vida das pessoas. Invenções como o aquecimento eléctrico (+/- 1912) e o aquecedor de água eléctrico,cilindro, (anos 30) permitiram tornar mais ‘’quentes’’ as casas mudando assim também alguns hábitos higiénicos e comunitários da sociedade.
Na cozinha... o fogão a gás e eléctrico(que até aquela altura era a lenha), 1912, a máquina de lavar loiça manual, 1929, a máquina de lavar roupa, 1937,batedeiras ,1918, e o frigorífico (ainda feito em madeira, EUA), 1921, foram dos utensílios mais inovadores e práticos que se criaram para a cozinha no sèc. XX.

No comércio... o cartão de crédito, tornou-se um objecto vulgar e muito prático a partir de 1953, inventado pela empresa ‘'diner´s club’’ dando origem a um consumo excessivo e grandes dívidas da sociedade. O ´´vulgar´´ carrinho de compras dos nossos dias foi inventado, em 1936, por Sylvan Goldman. A abertura de hiper-mercados em França, 1963, deu também largas a uma rede de lojas onde o consumidor tinha ao seu dispor inúmeros produtos a baixo preço e com qualidade garantida e o código de barras(anos 60) facilitou também os vendedores que podiam despaxar mais vacilmente as compras podendo assim dizer com mais frequência: “próximo!”.

No trabalho... o computador tornou-se o objecto mais útil e cobiçado à face da terra. Inventado em 1945 sofreu diversas alterações até aos dias de hoje. O telefone, que nos permite contactar com todo o mundo, foi inventado em 1900 por Alexander Bell, tornou-se num objecto muito útil em que nos nossos dias já nos é inseparável.

Na locomoção... o automóvel, já vulgar em todo o mundo, foi um elemento crucial na alteração do estilo de vida da sociedade. Inventado em 1887 por Henry Ford teve diversas alterações até agora, tornando-se assim o meio de transporte mais comum em todo o mundo a seguir ao pedestre!
publicado por António Luís Catarino às 18:18
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