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Quinta-feira, 27 de Outubro de 2005

A DESCENDÊNCIA DE ZEUS, de Diana Alves, 10ºG.

zeus.jpg

Zeus, pai dos deuses e dos homens, impõe-se aos seus congéneres por ser mais forte do que o conjunto destes. Zeus tinha tomado o poder ao seu pai, Cronos, que por sua vez tinha destronado o próprio pai, Urano, o céu. Mas Zeus tinha irmãos e irmãs e faz alianças com estas: desposa Hera e dá a Deméter uma filha, Perséfone. Com os seus irmãos estabelece, por sorteio, uma partilha do mundo – consegue o céu, de onde exerce o seu domínio; Hades recebe os infernos, o reino dos mortos; e Poseídon, o universo das águas, dos tios e dos mares.
A geração seguinte é a dos filhos de Zeus e Leto: Apolo, profeta inspirado e mestre da palavra exacta; Artémis, virgem e caçadora; Atena, a preferida de Zeus que nasceu já armada na sua cabeça e votada, tal como Artémis, à castidade absoluta. Com Hera, Zeus teve ainda Hefestos, mestre do fogo e dos vulcões, esposo de Afrodite, que submete todos os seres ao amor, e Ares, deus da violência e da guerra, que também forma um par com Afrodite. Por entre os bastardos de Zeus é preciso mencionar Hermes, o deus dos mercadores, dos ladrões, mensageiro e condutor das almas dos mortos e Dionísio, deus do vinho, da fecundidade e do teatro. O culto que os gregos prestam aos deuses inscreve-se num sistema onde o sagrado é omnipresente, sem se distinguir verdadeiramente do profano.
publicado por António Luís Catarino às 17:50
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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2005

O TERRAMOTO DE 1755, por Isabel Azevedo, 8ºA

400px-1755_Lisbon_earthquake.jpg

Nos 250 anos do Terramoto de Lisboa de 1755, o ESAS História não quer deixar de se associar a esta data histórica reeditando um artigo de Maio de 2005, de Isabel Azevedo, então aluna do 7ºC. Inaugura-se assim este blogue permitindo a todos os alunos da Aurélia de Sousa antever ou equacionar futuras participações.

A RECONSTRUÇAO DE LISBOA
– a Baixa Pombalina –

No dia 1 de Novembro de 1755, dia de Todos os Santos, todas as igrejas de Lisboa estavam repletas de homens e mulheres que assistiam à missa, enquanto a familia real tinha partido para a sua Quinta de Belém. Como era dia de guarda (como se chamava aos feriados religiosos), havia muitas velas acesas nas casas e nos altares das igrejas. Além disso, o dia estava muito frio, o que fez com que as pessoas tivessem deixado as lareiras acesas em casa.
De manhã, pelas 9h30min., Lisboa encontrou-se em pleno pânico, porque um violento terramoto abalara a cidade. No solo abriram-se fendas, caíndo casas que mataram e feriram mulheres e homens que não conseguiram escapar. Dentro das igrejas quase todos morreram e lá ficaram soterrados.
No centro da cidade, que era a parte mais povoada, começaram a aparecer chamas por todo o lado, alastrando para outras zonas de Lisboa. Nas noites de 1 e 2 de Novembro, não cessaram os abalos. Os prejuizos foram calculados em muitas centenas de milhões de cruzados.
Os ladrões aproveitaram o pânico das pessoas para roubarem tudo o que encontravam de valioso, mas a 4 de Novembro foi decretado que todos os indivíduos que fossem apanhados a roubar seriam logo condenados à morte e executados no mesmo dia por mouros das galés, nas forcas. Também as águas do rio Tejo avançaram para a cidade e com isso sucedeu um maremoto que invadiu a cidade de ondas gigantescas fazendo com que os barcos que estavam no rio começassem a rodopiar e a afundar-se a pique. Muitos edificios públicos, como por exemplo a Casa da India, ficaram em ruínas. O terramoto demorou cerca de 7min.e morreram mais de 10 000 pessoas. Depois do terramoto ter passado, uma imensa e espessa nuvem de pó levantou--se do solo e cobriu as ruínas, arrastada pelo vento de nordeste. Milhares de pessoas procuraram desesperadamente um meio para se salvarem dos desmoronamentos, fugindo, com o que podiam transportar dos seus haveres, para o Terreiro do Paço.
O primeiro ministro, Marquês de Pombal, teve que tomar várias medidas. Mandou:
- Enterrar os mortos e socorrer os feridos;
- Policiar as ruas e os edificios mais importantes para evitar os roubos;
- Desenvolver um plano de reconstruçao, orientado pelo arquitecto Eugénio dos Santos e o engenheiro Manuel da Maia.
A partir deste plano nasceu uma nova Lisboa chamada: a Lisboa Pombalina.
As ruas tomaram os nomes de acordo com o comércio que por elas era distribuído. As novas ruas da Baixa lisboeta passaram a ser perpendiculares umas às outras, muito largas com traçados geométricos e tinham passeios calcetados. As casas eram todas da mesma altura. Elaborou-se uma rede geral de esgotos.
No local do antigo Terreiro do Paço construiu-se a Praça do Comércio em homenagem aos comerciantes, que investiram dinheiro para ajudarem na reconstrução de Lisboa.

BIBLIOGRAFIA:
• História Elementar e Cronológica de Portugal.
• História e Geografia de Portugal, 2º volume - 5ºano.
• História e Geografia de Portugal, 1º volume - 6ºano.
• Internet
publicado por António Luís Catarino às 19:37
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