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Segunda-feira, 1 de Maio de 2006

O fresco «A Escola de Atenas» de Rafaello Sanzio, por Inês Viegas, 10ºG

Para ver melhor, clicar em cima do quadro.

Se bem se lembram, a Inês Viegas - que faz anos hoje, 2 de Maio, e com muitos parabéns de todo o blogue! - quando editou um artigo sobre Aristóteles e Platão, fê-lo, socorrendo-se de uma pintura de Rafaello Sanzio onde estes filósofos se encontram precisamente no seu centro. Daí, ter editado um pormenor do quadro que os destacasse e não o seu quadro completo que se chama «A Escola de Atenas». Hoje, a Inês, traz-nos não só o quadro tal como ele é, mas dá-nos ainda alguns «segredos» de figuras que estão lá expostas. A ver com cuidado, portanto.

ALC 

Na minha opinião, nenhuma outra época foi tão influente como o Renascimento. As obras de Rafael (1483-1520) ,um dos mais importantes génios do movimento cultural dos séculos XV e XVI, (bem como Miguel Ângelo; da Vinci; Bellini...)inspiraram e “ilustraram” o mundo durante cerca de 500 anos.  

 Salienta-se entre os seus trabalhos, a meu ver, o fresco “A Escola de Atenas”. Pintado a convite do Papa Júlio II, decora uma das paredes das salas do Vaticano - as Stanze. Em Stanze Rafael demonstrou o esplendor da harmonia da composição e da cor e a sua mestria soberba na procura da combinação entre fé e razão, divindade e beleza.

O tema de ”A Escola de Atenas”, que se encontra frente a outra pintura cujo assunto é a teologia (“A Disputa do Sacramento”), é o triunfo da verdade intelectual ou racional, da sabedoria e do conhecimento. Rafael presta uma homenagem monumental e alguns dos grandes sábios da Antiguidade.

Descrevendo esta pintura:

  • A disputa de Platão e Aristóteles (no centro da imagem), expressa a dialéctica espiritualismo/pragmatismo, contrapondo o filósofo do idealismo ao filósofo do realismo. Nota-se, ainda, que Platão está a apontar para o céu e Aristóteles para a terra;
  • À esquerda, no plano superior, reconhece-se Sócrates a trocar impressões com os seus discípulos;
  • À esquerda, em baixo, Pitágoras (a quem um jovem entrega uma ardósia) está representado a trabalhar com um livro, uma caneta e um tinteiro;
  • Junto a Pitágoras, apoiado num bloco de mármore, encontra-se Heraclito, uma figura isolada;
  • À direita, podemos ver Euclides a inclinar-se sobre uma lousa e Ptolomeu a segurar o globo terrestre;
  • Nos degraus, estende-se Diógenes, que pertenceu à seita filosófica dos cínicos, encarando a felicidade como o único bem;
  • Nos recantos laterais estão as estátuas de Atena (deusa da Sabedoria) e de Apolo (deus do Conhecimento).

Inês Viegas, 10ºG

publicado por António Luís Catarino às 12:45
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1 comentário:
De António Luís Catarino a 14 de Maio de 2006 às 15:17
Olá Inês, vai aqui um comentário atrasado, mas já te disse tudo sobre este teu trabalho no início do post. Parabéns e continua sempre.

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