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Segunda-feira, 1 de Maio de 2006

Os Cavaleiros Medievais, por Rita Ventura, 10ºG

 

           Os cavaleiros medievais.

 

            Cavaleiro era um homem nobre de nascimento que praticava a luta a cavalo. A lealdade e a coragem física e psicológica eram as principais virtudes de um cavaleiro.

            No início, para ser cavaleiro bastava possuir um cavalo e uma espada. Em troca de serviço militar, o cavaleiro recebia seu feudo (terra), onde erguia uma fortaleza bastante primitiva. Pouco a pouco, porém, todo cavaleiro ficou obrigado a defender até a morte seu senhor feudal, sua fé em Deus e a honra de sua dama.

 

A aprendizagem          

             O jovem nobre iniciava a aprendizagem aos sete anos, servindo como pajem em casa de um senhor, onde aprendia equitação e o manejo das armas. Aos quatorze anos esses jovens exerciam junto a seu protector a função de criado doméstico e auxiliar de armas servindo à mesa, acompanhando-o à caça, participando de seus divertimentos, aprendendo as virtudes do homem do mundo. Ocupando-se de seus cavalos, limpando as armas e, mais tarde, seguindo-o nos torneios e nos campos de batalha, adquirindo os conhecimentos do homem de guerra. A partir do dia em que passam a exercer estas últimas funções até o momento da ordenação como cavaleiro, possuem o título de escudeiro. Aqueles que, por falta de sorte, mérito e/ou ocasião não conseguem alcançar ordenação, guardarão este título por toda a vida, pois é apenas após a ordenação e a entrega do equipamento que se pode alardear o título de cavaleiro. Para ficar forte, tomava parte em corridas, em lutas livres e praticava esgrima. Para se preparar para torneios e combates, aprendia a "correr a quintana": tratava-se de galopar em grande velocidade em direcção a um boneco de madeira e cravar-lhe a lança entre os olhos. O boneco estava munido de um pau e montado sobre um parafuso. Quem não o atingia bem com a lança apanhava com o pau nas costas. Depois do tempo de aprendizagem, se o jovem fosse considerado preparado e digno, estava pronto para ser armado cavaleiro. Regra geral, a cerimónia em que o jovem ”rodear a espada” era celebrada pelo senhor junto de quem o novo cavaleiro tinha passado seus anos de aprendizagem.

 

                                      Os 10 mandamentos de um cavaleiro.

 I- Acreditarás em tudo o que a Igreja ensina e observarás todos os seus mandamentos.

II- Protegerás a Igreja.

III- Defenderás todos os fracos.

IV- Amarás o país onde nasceste.

V- Jamais retrocederás ante o inimigo.

VI- Farás guerra aos infiéis até exterminá-los.

VII- Cumprirás com teus deveres feudais, se estes não forem contrários à lei de Deus.

VIII- Nunca mentirás e serás fiel à palavra empenhada.

IX- Serás liberal e generoso com todos.

X- Serás o defensor do direito e do bem, contra a injustiça e contra o mal. 

Os instrumentos

Cota de malha; túnica metálica feita de pequenos anéis de ferro/ aço vestida como uma camisa que se cola ao corpo com a ajuda de um cinturão. Chega até aos joelhos e é aberta na frente e a atrás para facilitar o cavaleiro a subir para o cavalo.

Elmo; o elmo tem a função de capacete, proteger a cabeça do cavaleiro. Com o passar das épocas e do tempo o elmo foi se modificando protegendo totalmente a cabeça só ficando ma abertura para o cavaleiro respirar e poder ver.

Escudo; o escudo tem a forma de uma grande amêndoa que se curva ao longo de seu eixo vertical, e termina numa ponta que possibilita fixá-lo no chão e utilizá-lo como abrigo. As dimensões são de fato consideráveis: cerca de um metro e meio de altura e setenta centímetros de largura, cobre inteiramente o combatente, do queixo ao dedo dos pés, servindo como maca após a batalha. A parte exterior é de couro ou algum tecido nobre, pode ser pintada com figuras que representam o cavaleiro. No caso dos Cruzados, utilizava-se uma cruz pintada em vermelho sobre o branco.

Espada; a espada é a arma do cavaleiro por primazia. É composta pela lâmina, pelo punho e pelo botão do punho.

Lança; esta arma é considerada uma arma de estocada (espadada). Tem cerca de dois metros de comprimento e pesa dois quilos, o que impede que seja arremessada.

publicado por António Luís Catarino às 12:06
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